Notícias / Educação

Quarta, 18 de junho de 2008

Quatro escolas estaduais estão em greve em Matão (SP)

A expectativa é que mais escolas parem nas próximas horas, segundo conselheira da APEOESP

Enviado por: Rodrigo Pagliani

AMPLIAR IMAGEM
Escola Estadual Henrique Morato, no centro de Matão (SP), ainda não aderiu à greve (Foto: Rodrigo Pagliani)
Escola Estadual Henrique Morato, no centro de Matão (SP), ainda não aderiu à greve (Foto: Rodrigo Pagliani)

A greve dos professores da rede estadual de ensino vai tomando forma também na cidade de Matão (SP). Segundo checagem feita pela reportagem poucos professores aderiram à greve por enquanto, podendo sofrer alteração a qualquer momento. Segue abaixo a relação de algumas escolas da rede estadual do município e a situação de momento:

E. E. Aderval da Silva (Santa Rosa) – aula normal
E. E. Clorita de Oliveira Penteado Martins (Vivelândia) – está em greve
E. E. Dorival de Carvalho (BNH) – está em greve
E. E. Ernesto Masselani (Jd. Popular) – está em greve
E. E. Henrique Morato (Centro) – aula normal
E. E. Inocêncio da Costa (Centro) – aula normal
E. E. José Carlos Pinotti (Vila Pereira) – aula normal
E. E. Marlene Fratini (Jd. Brasil) – dois professores em greve
E. E. Odone Belini (Jd Bosque) – está em greve

Depois de realizada uma assembléia em praça pública, na capital, na sexta-feira (13), cerca de 30 mil professores da rede estadual de ensino decidiram entrar em greve. A principal reivindicação da categoria é a imediata revogação do Decreto 53037/08, que impõe prejuízos à categoria, segundo nota da APEOESP.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), cita as reivindicações, pedido de reajuste salarial, novo plano de carreira, limitar em 35 alunos por sala, incorporação das gratificações de trabalho com extensão aos aposentados, garantia de emprego e estabilidade a todos os professores, entre outras exigências.

Uma reunião regional está marcada para acontecer na E.E. Henrique Morato, no centro da cidade de Matão (SP), na quinta-feira (19), às 20h, informou a Conselheira Estadual da APEOESP, Neusa Ribeiro. “Esperamos que a maioria dos professores entrem em greve, só assim vamos conseguir que aceitem nossas reivindicações”, reforça Ribeiro. A assembléia geral acontecerá na cidade de São Paulo, no saguão do MASP, que fica na avenida Paulista, sexta-feira (20). No estado, cerca de 60% das Escolas Estaduais aderiram à greve dos professores.

GALERIA DE IMAGENS
Avalie esta notícia:
Nota:
8,5

Comentários - Deixe seu comentário

  • Quinta 19/06 16h57

    Ana <ana@gmail.com>

    Concordo e discordo "Stalin".
    Concordo com sua introdução, discordo do restante.
    se o muro fica torto a responsabilidade é sim do pedreiro, o médico atende pacientes individualmente, por que seus trabalhos são sempre realizados individualmente e focados.
    Na sala de aula, na prática, a teoria muda. Percebe-se, pelo seu discurso, que vc nunca entrou em uma sala de aula.
    São sempre mais de 30 alunos, cada um com sua individualidade, sonhos, anseios, histórias e vontades. Qq profissional só consegue exercer sua profissão a contento qdo se sente motivado, sempre em forma de reconhecimento, seja pelo repeito ou pelo salário.
    Por fim, concordo quando vc diz que o professor não é mais o mesmo de 30 anos atrás. Naquele tempo, a profissão era valorizada, os "mestres" eram autoridades a serem respeitadas e muitas vezes temidas... hoje, a aproximação dos alunos tanto humanizou a educação como quebrou alguns limites.
  • Quinta 19/06 16h57

    Ana <ana@gmail.com> - exibir

    Concordo e discordo "Stalin".
    Concordo com sua introdução, discordo do restante.
    se o muro fica torto a responsabilidade é sim do pedreiro, o médico atende pacientes individualmente, por que seus trabalhos são sempre realizados individualmente e focados.
    Na sala de aula, na prática, a teoria muda. Percebe-se, pelo seu discurso, que vc nunca entrou em uma sala de aula.
    São sempre mais de 30 alunos, cada um com sua individualidade, sonhos, anseios, histórias e vontades. Qq profissional só consegue exercer sua profissão a contento qdo se sente motivado, sempre em forma de reconhecimento, seja pelo repeito ou pelo salário.
    Por fim, concordo quando vc diz que o professor não é mais o mesmo de 30 anos atrás. Naquele tempo, a profissão era valorizada, os "mestres" eram autoridades a serem respeitadas e muitas vezes temidas... hoje, a aproximação dos alunos tanto humanizou a educação como quebrou alguns limites.
  • Quinta 19/06 13h57

    Stalin <satalin@nethome.com>

    Faco um questionamento a todos os que fizeram comentários sobre a greve....
    Você dá uma gratificação para um pedreiro que fez um muro torto ?
    Você dá gorgeta para um garçon mal educado ?
    Vc aumenta comissão para um vendedor que não vende?
    Você paga R$ 300,00 de consulta para um médico que nem olha pra vc ?
    Você dá aumento para um engenheiro incompetente?
    Então será que o nível de ensino de nossos alunos é apenas problemas estruturais ou será tb de professores sem recursos de conteúdo. Vejam apostilas com erros terríveis, professores que não passam em provas de avaliação.
    Tem aumentom de salário qdo o serviço é de 1ª. Será o caso dos professores. Comparem os professores de hoje com os de 30 anos atrás !
    Uma grande parte merece muito aumento substâncial, outros não merecem nem estar na função.
  • Quinta 19/06 13h25

    Anonimo <maa.jah@hotmail.com> - exibir

    e a escola Helena borsetti naum vai te nenhum professor em greve???

Compartilhe esta notícia - O que é Isto?

Estes links são para serviços externos ao Portal da Saudades que oferecem diversas formas de guardar, compartilhar e recomendar a outras pessoas os conteúdos do Portal da Saudades (sejam textos, fotos ou vídeos). São gratuitos, mas exigem que você se cadastre para usá-los. Fechar Janela
Sobre o Saibajá Anuncie Política de Privacidade Busca no seu navegador Adicione aos Favoritos
©2010 - Saiba Já - Todos os direitos Reservados - Site melhor visualizado em 1024x768
Desenvolvido por
Sysnetwork